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Comunismo
Arte Comunista

"... e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8:32

44 Vós pertenceis ao vosso pai, o Diabo; e quereis realizar os desejos de vosso pai. Ele foi assassino desde o princípio, e jamais se apoiou na verdade, porque não existe verdade alguma nele. Quando ele profere uma mentira, fala do que lhe é próprio, pois é um mentiroso e pai da mentira. 45 Mas, porque Eu digo a verdade, vós não credes em mim. …João 8: 44, 45

Anticomunismo na Igreja Católica

O Magistério da Igreja Católica sempre condenou oficialmente qualquer forma de comunismo, porque entende que o comunismo não pode ser compatível com a doutrina católica:

• Em 1846, na encíclica Qui pluribus, o Papa Pio IX afirmou que o comunismo é:
“sumamente contrário ao próprio direito natural e uma vez admitido , levaria à subversão radical dos direitos, das coisas, das propriedades de todos e da própria sociedade humana”.

• Em 1878, na encíclica Quod Apostolici muneris, o Papa Leão XIII disse que o comunismo é uma:“peste mortífera, que invade a medula da sociedade humana e a conduz a um perigo extremo”.

• Em 1891, na encíclica Rerum Novarum, o Papa Leão XIII defendeu que:“a teoria marxista da propriedade coletiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública.”

• Em 1931, na encíclica Quadragesimo Anno, o Papa Pio XI comentou que:

“O socialismo quer se considere como doutrina, quer como facto histórico, ou como «ação», se é verdadeiro socialismo, [...] não pode conciliar-se com a doutrina católica; pois concebe a sociedade de modo completamente avesso à verdade cristã. [...] E se este erro, como todos os mais, encerra algo de verdade, o que os Sumos Pontífices nunca negaram, funda-se contudo numa própria concepção da sociedade humana, diametralmente oposta à verdadeira doutrina católica. Socialismo religioso, socialismo católico são termos contraditórios: ninguém pode ser ao mesmo tempo bom católico e verdadeiro socialista.”

• Em 1937, na encíclica Divini Redemptoris, o Papa Pio XI criticou os bolchevistas e ateus que pregavam que o comunismo era o:

“novo «evangelho» e mensagem salvadora de redenção! Sistema cheio de erros e sofismas, igualmente oposto à revelação divina e à razão humana; sistema que, por destruir os fundamentos da sociedade, subverte a ordem social, que não reconhece a verdadeira origem, natureza e fim do Estado; que rejeita enfim e nega os direitos, a dignidade e a liberdade da pessoa humana. ”

• Em 1949, o Santo Ofício, com a aprovação do Papa Pio XII, emitiu o decreto contra o comunismo, que reafirmou que todos os católicos que fossem comunistas eram automaticamente excomungados, porque eram apóstatas da fé católica.

• Em 1961, na encíclica Mater et Magistra, o Papa João XXIII reafirmou que:

“entre comunismo e cristianismo, [...] a oposição é radical, e acrescenta não se poder admitir de maneira alguma que os católicos adiram ao socialismo moderado: quer porque ele foi construído sobre uma concepção da vida fechada no temporal, com o bem-estar como objetivo supremo da sociedade; quer porque fomenta uma organização social da vida comum tendo a produção como fim único, não sem grave prejuízo da liberdade humana; quer ainda porque lhe falta todo o princípio de verdadeira autoridade social.”

• Em 1991, na encíclica Centesimus Annus, o Papa João Paulo II, atualizando os princípios da Rerum Novarum, salientou que:

“o erro fundamental do socialismo é de carácter antropológico. De facto, ele considera cada homem simplesmente como um elemento e uma molécula do organismo social, de tal modo que o bem do indivíduo aparece totalmente subordinado ao funcionamento do mecanismo económico-social, enquanto, por outro lado, defende que esse mesmo bem se pode realizar prescindindo da livre opção, da sua única e exclusiva decisão responsável em face do bem ou do mal. O homem é reduzido a uma série de relações sociais, e desaparece o conceito de pessoa como sujeito autónomo de decisão moral, que constrói, através dessa decisão, o ordenamento social.

Desta errada concepção da pessoa, deriva a distorção do direito, que define o âmbito do exercício da liberdade, bem como a oposição à propriedade privada. [...] Se se questiona ulteriormente onde nasce aquela errada concepção da natureza da pessoa e da subjetividade da sociedade, é necessário responder que a sua causa primeira é o ateísmo. [...] O referido ateísmo está, aliás, estritamente conexo com o racionalismo iluminista, que concebe a realidade humana e social do homem, de maneira mecanicista.”

• O Catecismo da Igreja Católica, nº 2425, publicado em 1992, reafirma que:

“a Igreja rejeitou as ideologias associadas, nos tempos modernos, ao «comunismo» ou ao «socialismo»“.

Há padres hoje, e Bispos até, que defendem os partidos de esquerda, chegando a ponto de apresentá-los como os únicos confiáveis. Há os que propugnem a luta de classes, a reforma agrária socialista, a invasão de terras alheias, propondo como modelo os países comunistas. É essa afinal a posição da Igreja?

Nós respondemos categoricamente: não! A posição da Igreja não é constituída pelas ideias desta ou daquela personagem eclesiástica, seja ela qual for, mas sim pela tradição doutrinária que nos foi legada por Nosso Senhor, pelos Apóstolos e enriquecida pelo ensinamento dos Papas, Concílios, Santos e Doutores da Igreja.

E esse ensinamento perene defende a propriedade privada, condena o comunismo, o socialismo, a luta de classes, prega as virtudes cristãs da justiça e da caridade, ensina que amar os pobres não é odiar os ricos, promovendo assim através da prática de uma moral sadia a verdadeira harmonia e felicidade social.

Não nos iludamos. Desconfiemos dos discursos demagógicos que, através de propostas humanitárias e aparentemente cristãs, terminam afinal em luta de classes, na agitação, no igualitarismo e no materialismo ateu com a mais completa negação de Deus e da mentalidade cristã.